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Mostrando postagens de Abril 9, 2017

Nossa força maior

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Academia Virtual de Letras Patrono: Paulo Coelho Acadêmico: Mauricio Duarte Cadeira: 18
Nossa força maior
Herança de tempos imemoriais vicejam hoje em formas diversas e de modos muito diferentes...
Raízes latinas, raízes inglesas, raízes ameríndias, raízes celtas, raízes árabes, raízes andinas...
Raízes lusitanas, raízes tupis, raízes mouras, raízes catalãs, raízes chinesas, raízes indianas...
Raízes judaicas, raízes eslavas, raízes bantus, raízes sudanesas, raízes nipônicas, raízes enfim...
Todos somos um só povo, sim, uma  humanidade, que é, que foi e que será análoga sempre...
Nossa fé, nossa diversidade, nossa dor, nossa limitação, são nossa força maior, a grandeza...

Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Passagens

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Passagens guache e nanquim s/ tela 40 x 40 cm 2017 Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Fitologia ao acaso

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Fitologia ao acaso ecoline e nanqum s papel 21 x 29,7 cm 2017 Mauricio Duarte (Divyam Anuragi)

Entrevista ao Antro Literário

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Entrevista minha concedida ao meu amigo Leo Vieira no Antro Literário: http://antroliterario.blogspot.com.br/2017/04/antrovista-mauricio-duarte.html

Rodrigo Gurgel: "Nossa ideia de intelectual está, desgraçadamente, presa à do acadêmico"

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A escrita leve e elegante de Rodrigo Gurgel não
esconde opiniões contundentes a respeito – é claro! – daquilo que mais
entende: livros. Professor de literatura e escrita criativa, além de
crítico literário, Gurgel é autor de Esquecidos & Superestimados, Muita retórica – Pouca literatura e o mais recente Crítica, Literatura e Narratofobia.
Sobre a importância dos clássicos para a formação, das escolas como
espaço de debate e as redes sociais como ambientes de estímulo à
leitura, o escritor conversa com a Fausto
com exclusividade. Em um país que pouco se lê, qualquer caminho que
leve à boa literatura é válido? Intelectuais no topo dos rankings de
venda não é algo a se comemorar? Com a palavra: Rodrigo Gurgel.



Rodrigo Gurgel. Foto: Matheus Bazzo.
Fausto — Importante é ler, independente de qual gênero seja o livro e de qual autor?

Rodrigo Gurgel: O ideal seria viver numa sociedade em
que todos não só fossem alfabetizados, mas também encontrassem na
leitura uma forma de divertim…

Spiga

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Spiga
Uma explosão de cores! Força, dinamismo, originalidade... Em uma palavra... audácia!  Assim é a pintura de Spiga.  Criação que nos remete às vicissitudes e agruras da vida, às dificuldades, mas sobretudo ao gesto transversal da vida,  a vida levada aos extremos, engolida aos grandes pedaços; com uma garra inquebrantável... Pigmentos sobre pigmentos.  A mancha do “deformismo” – palavra criada pelo próprio artista – que enlaça e desenlaça ao mesmo tempo... Criatura e criador num só universo; interagindo como numa dança que pode ser tanto o balé clássico como uma festa do congado, passando pelo frevo pernambucano ou pelo samba de uma escola de samba carioca.  A composição é fluída, é sempre fluída, sempre nos leva de uma ponta a outra da tela, em expressividade fora do comum. A cor é o próprio tema de muitas composições do artista, como em Paul Klee e em Miró.  E são cores intensas, como em Kandinsky.  Mas que não se engane quem vislumbra suas peças: Spiga é original, não há nem nunca…

Arte-enlevo . artes visuais

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Arte-enlevo . artes visuais
Linhas, cores, formas, pontos, tudo que envolve uma composição de artes visuais precisa, necessita, requer, pede um porquê; não só um significado, mas um porquê.  Não estou com isto querendo valorizar o império do funcionalismo ou da funcionalidade...  Não, longe disso.  O porquê estético é tão bom – ou até melhor, na maioria das vezes ou em grande parte das vezes – do que o porquê funcional quando se trata de arte. Como uma linha será: sinuosa, reta, grossa, fina, leve, pesada, rápida, lenta, elétrica, serena, são todas questões também de suma importância para o artista que se debruça sobre sua obra. Significado e significante estão entrelaçados insofismavelmente, mesmo que não nos reportemos à semiótica.  A composição, seja ela qual for, possui forças que guiam o olhar do observador, de dentro para fora, de fora para dentro, da direita para a esquerda, da esquerda para a direita, no sentido horário, no sentido anti-horário.  Em n direções.  Contrastes e s…